Viver próximo à saúde em Belo Horizonte

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Viver próximo a Saúde em Belo Horizonte

Living near health at Belo Horizonte

(publicado na Revista Metrópole, pdf Scielo)

 

Autores

Renato C. Ferreira de Souza a   Veneza B. de Oliveirab   Doralice B. Pereirac   Heloisa S. De Moura Costad   Waleska Teixeira Caiaffae  

(a: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Arquitetura, Departamento de Projetos, Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Belo Horizonte, MG/Brasil. rcesarfs@gmail.com)

(b: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública. Belo Horizonte, MG/Brasil. veneza@medicina.ufmg.br)

(c: Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Geografia, Programa de Pós-Graduação em Geografia. Belo Horizonte, MG/Brasil. pereiradb@yahoo.com.br)

(d: Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Geografia, Programa de Pós-Graduação em Geografia. Belo Horizonte, MG/Brasil. heloisasmcosta@gmail.com)

(e: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública. Belo Horizonte, MG/Brasil. caiaffa.waleska@gmail.com)

Palavras-chave

Análise Espacial, Espaço urbano, Saúde Urbana, Acesso aos serviços de saúde, Sistema

Único de Saúde

Resumo

A definição de unidades espaciais como locus preferencial na prestação do cuidado em saúde é desafiadora quando se buscam modelos assistenciais que reduzam as iniqüidades de acesso aos serviços de saúde e os humanize, integrando dados demográficos, socioeconômicos, culturais e ambientais, configurando localmente os determinantes sociais da saúde. Esse estudo introduz uma análise da localização das Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos Distritos Sanitários de Belo Horizonte, comparando as divisões administrativas adotadas com as obtidas pelo teste cartográfico de influência de acesso às UBS. Demonstra-se a potencialidade de investigações futuras sobre o território da cidade na busca de melhores localizações e acesso às UBS, acenando para o enriquecimento do debate sobre os rumos da Saúde Urbana no Brasil.

Abstract

The definition of spatial units as the preferred locus for health care is a challenging task while seeking healthcare models that reduce inequities concerning the access to health services and humanizing, integrating views as demographic