Space syntax analysis for Grass

This is the Space syntax analysis for Grass project ("openspacesyntax")

This project was registered on SourceForge.net on Apr 19, 2010, and is described by the project team as follows:

In this very first part of the project OpenSpaceSyntax is a collection of functions in shall scripts oriented to the calculation of classic measures of a space syntax analisys procedure for urban fabrics and based on GIS-GRASS (grass.itc.it).

viaSourceForge.net: Space syntax analysis for Grass – Project Web Hosting – Open Source Software.

Space syntax – AGRAPH

Software for Drawing and Calculating Space Syntax “Node-Graphs” and Space Syntax “Axial-Maps”.

AGRAPH is a PC-program developed by Bendik Manum, Espen Rusten and Paul Benze. For more information about the program see .pdf files in the download .zip-folder or download the papers directly from AGRAPH, Software for Drawing and Calculating Space Syntax Graphs, presented at the 5. Space Syntax Symposium, Delft, June 2005. (link to paper presented at the 7. Space Syntax Symposium, Stockholm, June 2009 will be added).

AGRAPH

via Space syntax – Arkitektur og billedkunst – NTNU.

G1 – Cliente poderá cancelar serviço de telefonia sem passar por atendente – notícias em Seu Dinheiro

Será que  aprenderam? Só 4 meses….

 

Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira (20) a determinação de que o cliente não precisará mais passar por um atendente para fazer o cancelamento de serviços de telefonia, banda larga ou TV por assinatura. Ele poderá realizá-lo de forma eletrônica, por telefone, internet ou terminais de autoatendimento.

viaG1 – Cliente poderá cancelar serviço de telefonia sem passar por atendente – notícias em Seu Dinheiro.

Better Design through Research: Urban Network Analysis

The City Form Lab has released a state-of-the-art toolbox for urban network analysis. As the first of its kind, this ArcGIS toolbox can be used to compute five types of graph analysis measures on spatial networks: Reach; Gravity; Betweenness; Closeness; and Straightness. Redundancy Tools that come with the software, additionally calculate the Redundancy Index, Redundant Paths, and the Wayfinding Index.

The tools incorporate three important features that make them particularly suited for spatial analysis on urban street networks. First, they can account for both geometry and topology in the input networks, using either metric distance (e.g. Meters) or topological distance (e.g. Turns) as impedance factors in the analysis. Second, unlike previous software tools that operate with two network elements (nodes and edges), the UNA tools include a third network element – buildings – which are used as the spatial units of analysis for all measures. Two neighboring buildings on the same street segments can therefore obtain different accessibility results. And third, the UNA tools optionally allow buildings to be weighted according to their particular characteristics – more voluminous, more populated, or otherwise more important buildings can be specified to have a proportionately stronger effect on the analysis outcomes, yielding more accurate and reliable results to any of the specified measures.

viaCity Form Lab            SUTD / MIT Better Design through Research. | Urban Network Analysis.

Esri Enables Federal Agencies To Open GIS Mapping Data To The Public – ReadWrite

Government agencies will be able to make more geospatial data available to developers and the public.

A debate in the technology world that’s been simmering for years, about whether mapping vendor Esri will allow public geographic information systems (GIS) to access government customers’ data, finally has an answer: The mapping software giant will take an unprecedented step, enabling thousands of government customers around the U.S. to make their data on the ArcGIS platform open to the public with a click of a mouse.

“Everyone starting to deploy ArcGIS can now deploy an open data site,” Andrew Turner, chief technology officer of Esri’s Research and Development Center in D.C., said in an interview. “We’re in a unique position here. Users can just turn it on the day it becomes public.”

viaEsri Enables Federal Agencies To Open GIS Mapping Data To The Public – ReadWrite.

Christopher Alexander – Wikipédia, a enciclopédia livre

Então “não existe um modo?”

Cristopher Alexander (Viena, 4 de outubro de 1936) é um arquiteto, matemático e urbanista austríaco. É professor emérito da Universidade da Califórnia em Berkeley. Foi um dos críticos da arquitetura moderna apontando a desagregação social causada por ela. Seus estudos contribuíram para a utilização de padrões geométricos e matemáticos no urbanismo e arquitetura.

via  Christopher Alexander – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Notícias da UFMG – Oficina voltada para arquitetos e engenheiros pretende difundir cultura da acessibilidade

“Para um cadeirante, qualquer centímetro de desnível no solo é um obstáculo tão grande quanto a Muralha da China”, sentencia a professora Liliane Arouca do Carmo, citando frase de um de seus ídolos, o músico Hebert Vianna, que há 13 anos perdeu os movimentos das pernas em decorrência de um acidente de ultraleve.Liliane vai ministrar a oficina Acessibilidade, como eu trato? durante a oitava edição do Festival de Verão da UFMG. A atividade, que terá o suporte de softwares e vídeos, vai promover a discussão e reflexão sobre o tema, despertando ideias sobre o que pode ser feito para tornar a sociedade mais acessível.Para Liliane, é evidente no Brasil o descaso quanto às necessidades daqueles que têm alguma limitação física. “A maioria das pessoas não tem ideia do quanto pequenos detalhes representam para quem está sentado em uma cadeira de rodasâ€?, observa a professora, que também é cadeirante.A oficina será voltada especialmente para os estudantes e profissionais de Engenharia e Arquitetura, já que, conforme destaca Liliane, são esses os responsáveis por planejar e construir estruturas adequadas aos deficientes físicos. A professora pretende também contar em sua aula com o auxílio de educadores que tenham outros tipos de deficiência.As inscrições para qualquer atividade do Festival de Verão podem ser feitas entre os dias 7 e 13 de fevereiro, no caso de pessoas com deficiência, e a partir do dia 17, para pessoas que não precisam de recursos para acessibilidade. A matrícula deve ser feita no site da Fundep até a data de início de cada atividade, ou até esgotarem as vagas.Acessibilidade, como eu trato?Público-alvo:alunos, professores principalmente das áreas de engenharias e arquitetura, funcionários, colaboradores, cooperadores e outros participantes do 8º Festival de Verão da UFMGVagas:30Carga horária: 4 horasData: 4 de marçoHorário: 14h30 às 18h30

viaNotícias da UFMG – Oficina voltada para arquitetos e engenheiros pretende difundir cultura da acessibilidade.

SBL | Business Process Management

There are two really smart ways to reduce costs, improve efficiency, and increase profitability –leverage technology and embrace business process management. SBL has helped innumerable companies make that smart move to enjoy higher profitability at lower costs since 2005.SBL is an IT and Business Process Management BPM company that offers smart solutions to organizations across geographies and industry verticals and empowers them to respond quickly to changing market dynamics. We offer a range of customized services and solutions that allow our customers to reduce operational costs substantially while accelerating the growth of their businesses

via SBL | Business Process Management -Business Process Outsourcing BPO Services.

Técnicos de Lavras estão inventariando as árvores de Belo Horizonte – Jornal de Lavras

Técnicos da Universidade Federal de Lavras (Ufla) estão realizando um trabalho de levantamento da flora de Belo Horizonte. O trabalho, que levará ainda mais de um ano, já revelou uma surpresa: a flora da capital mineira é maior e mais diversificada do que se esperava.

Até o momento já foram catalogadas durante o inventário pelo menos 50 mil árvores e 50 espécies a mais do que era estimado. Até então, a previsão era de, no total, ao final do inventário, ter 200 tipos diferentes de plantas, totalizando 300 mil unidades. As espécies de árvores mais comuns encontradas em Belo Horizonte são as sibipirunas, ipês, fícus, bauhínias, quaresmeiras e murtas.

Atualmente os técnicos de Lavras estão trabalhando na região Noroeste da capital mineira, onde se localiza o bairro Padre Eustáquio, um dos mais arborizados de Belo Horizonte. A próxima região a ser trabalhada é a Oeste.

Os técnicos da Ufla coletam todas as informações possíveis sobre as árvores e os dados alimentarão um banco de dados com todas as informações sobre as espécies encontradas. Através dos dados, os técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente poderão planejar podas, controlar pragas e até prever quedas de árvores.

Belo Horizonte é a primeira cidade no Brasil a fazer o inventário de suas árvores, a coleta está sendo realizada por técnicos de Lavras, mas depois, os próprios especialistas da Prefeitura de Belo Horizonte atualizarão os dados.

O levantamento é feito visualmente por 15 técnicos da Universidade Federal de Lavras, divididos em cinco equipes. O registro é feito em tablets. A previsão é a de que o levantamento seja concluído até o fim de 2013.

via Notícia: cotidiano > Técnicos de Lavras estão inventariando as árvores de Belo Horizonte – Jornal de Lavras.