Laser Scanner 3D Imager 5006i | MundoGEO

Por MundoGEO | 0h00, 16 de Julho de 2009

pag16 2 Laser Scanner 3D Imager 5006iA CPE Equipamentos Topográficos Ltda., empresa que atua desde 1974 na área de locação e venda de equipamentos topográficos, apresenta o Laser Scanner 3D Imager 5006i da marca Zoller+Fröhlich GmbH (Z+F).

Indicado para as áreas de as built industrial, planejamento digital, arquitetura e proteção de construções históricas, documentação de acidentes e infraestrutura, além do setor forense, o Z+F Imager 5006i apresenta precisão de 0,4 milímetros e taxa de medição de 500 mil pontos por segundo para a produção de modelos 3D.

via Laser Scanner 3D Imager 5006i | MundoGEO.

Results from Seoul Urban Design 2013 International Ideas Competition

SUD logo

The design competition provides an open design challenge for students all around the world. It is held at the same time with the 9th International Space Syntax Symposium, which will take place in Seoul from 31 October through 3 November, 2013. The competition will be cohosted by the Seoul Metropolitan Government and the Space Syntax Seoul Organizing Committee.

The main goal of Seoul Urban Design 2013 is to gather creative ideas for a site in Seoul, which can bring our attention to the urban issues in the city, from students all around the world. This competition intends to produce versatile and extensive documentation to be used as a basis for the future development of the area. Through this competition, students whoever interested in architectural, urban, and landscape design can explore their design ideas and understand potential effects of their proposals, possibly using spatial analysis as a design methodology.

The theme of the competition is “Toward Urban Integration.” This competition focuses on the eco-friendly regeneration of the expressway, Jemulpo-gil and the adjacent blocks in the west region of Seoul. It seeks inspiring proposals that can re-define Jemulpo-gil and revitalize the adjacent blocks according to a paradigm shift from separation toward urban integration.

via Seoul Urban Design 2013 International Ideas Competition.

Pedagogy-Thorndon – Pedagogy 3 Deep Learning

Research Foundation (in Science)

White noted:

‘Investigations revealed a depressingly

shallow quality of learning. Although

students could manipulate complex formulae

and could work through involved exercises

they did not understand fundamental

principles.’

Surely ¼ is bigger than ½.

(Unless they get lots of experiences kids will believe this.)

People do not discard views simply because a teacher or a text tells them what

the experts’ notions.

However they may acquire a veneer of the experts’ views.

Shallow Learning

Acquisition, without commitment or deep consideration, of principles

from teacher or other authority is shallow learning.

Untitled-1.jpg

How do you make learners dissatisfied with their existing views?

Even when they are provided with evidence,

students still may interpret events according to

their beliefs. (White p156)

Intelligibility and plausibility of new

conceptions are necessary but not sufficient.

What is required is dissatisfaction with current beliefs

and evidence of the fruitfulness of new conceptions.

While these are tough conditions to meet, we should

attend to them in planning our curriculum.

Deep Learning

Given the prerequisites (dissatisfaction with

existing conceptions and fruitfulness of new

conceptions) for cognitive change

what approaches to learning might foster

‘commitment or deep consideration’?

Why?

Reflexivity

If we were being reflective and reflexive we

would be applying this to ourselves right now….

are we simply assimilating these ideas or are

we reflecting on and comparing them with our

prior beliefs?

We should model these practices in an

authentic sense not just superficially.

Learning Styles

Learning styles do not change easily.

Simply telling students to think about what

they are doing or to ask themselves

questions does not change their

behaviour. They need to be shown how

to do it, and must be convinced of its value.

Control

An essential aspect of metacognition is that learners control their own

thinking. To exercise that control the learner must be independent of the

teacher, to a substantial degree. (White, p158)

Control.jpg

When is the learner

independent of the teacher?

(Group discussion).

The Nature of Understanding

It is not just the amount of knowledge but also

its type and its degree of interlinking in one’s

mind. People have images and episodes

associated with concepts, as well as facts and

algorithms…

Commitment is a key to real learning. If there is

no commitment, learning will be shallow as

students feel no value in reflecting on the meaning of

what they hear or read…… (White, p159)

Vision, Principles, Values

Students may lack curiosity, the willingness to learn for

themselves. Attention should therefore be

given to teaching not just specific facts but to

learning to learn and liking to learn with

understanding. (White, p161)

Look in the NZ Curriculum to see if you can make any

connections between this statement and the Vision,

Principles and Values. (Group activity)

via Pedagogy-Thorndon – Pedagogy 3 Deep Learning.

Soy científico. El mío es un mundo profesional en el que se logran grandes cosas para la humanidad. Pero está desfigurado por unos incentivos inadecuados. Los sistemas imperantes de la reputación personal y el ascenso profesional significan que las mayores recompensas a menudo son para los trabajos más llamativos, no para los mejores. Aquellos de nosotros que respondemos a estos incentivos estamos actuando de un modo perfectamente lógico —yo mismo he actuado movido por ellos—, pero no siempre poniendo los intereses de nuestra profesión por encima de todo, por no hablar de los de la humanidad y la sociedad.

Leia mais em: Por qué revistas como ‘Nature’, ‘Science’ y ‘Cell’ hacen daño a la ciencia | Sociedad | EL PAÃ?S.

Incidentes relacionados à Habitabilidade

Qualidades do Lugar

 

Se respondermos à questão “para o que é uma casa?” provavelmente diríamos que “a casa é para morar”.

A rua não é para morar, mas a rua possui determinadas relações com a casa que a um só tempo a definem como exterioridade e compõem um ambiente urbano, ou seja, um “fora” dentro do qual a casa está situada.  A habitabilidade da casa deve ser estudada para que se entenda quais de suas características se relacionam com a rua e quais qualidades são específicas da rua como um espaço habitável.

A habitabilidade da casa compreende três grupos de qualidades:

  • aquelas relativas à dimensão funcional da habitação, responsáveis por garantir   proteção contra condições adversas como a chuva, calor excessivo, etc.;
  • aquelas relativas à dimensão simbólica, que garantem que o lugar seja agradável, seguro e confortável, tais como os atributos formais, acabamentos, aspectos decorativos, etc.;
  • aquelas associadas aos aspectos funcionais da habitação, que viabilizam o uso dos espaços durante as atividades rotineiras, tais como circulações, posição de objetos móveis e máquinas, elementos para manutenção, etc..

A classificação da qualidade do habitar em três grupos não significa que um aspecto associado a um grupo não possa pertencer a outro. Essas qualidades são inter-relacionadas e conexas, e o estudo dos aspectos do espaço arquitetural a elas associados deve considerar esse fato. O relacionamento entre as dimensões fenomenológicas da moradia e a habitabilidade seria então:

  • A primeira dimensão da moradia é a interioridade, a noção de interior e exterior, dentro e fora. Esta dimensão está relacionada ao estabelecimento de fronteiras que diferenciam e qualificam o espaço. A diferenciação entre interior e exterior se dá pela escolha, definição, demarcação e construção de limites. A interioridade transforma o espaço em lugar para atividades humanas. Ao criar espaços arquiteturais, o homem está diferenciando e qualificando espaços para o desenvolver suas atividades e dessa forma, todos os ambientes arquitetônicos são submetidos à esse processo de demarcação de território interior e seu complementar, o exterior. Esse processo de demarcação também significa o estabelecimento da distinção entre o que é privado e o que é público, entre o que é sagrado e o que é profano , sendo o domínio do sagrado o interior, o lugar protegido, oculto, seguro, e sendo o profano o exterior, o lugar desprotegido, exposto, inseguro. Nesse processo, o homem “cria raízes” e estabelece conexões existenciais.  A dimensão fenomenológica de estabelecimento da interioridade e da exterioridade compreende mais diretamente o fenômeno de territorialidade, relacionando-se também com os fenômenos de identidade e privacidade de forma indireta como será visto.
  •  A segunda  dimensão da habitação é a visibilidade. O estabelecimento de um interior, simultaneamente, cria um exterior dentro do qual o interior se localiza. À esse exterior a interioridade se abre, mostra-se mais, ou menos, indicando que a visibilidade é o controle da sua exposição. As pessoas, seus objetos e suas atividades, enfim, sua vida diária, necessitam se expor, ou não, à visibilidade, conforme o estabelecimento social assim o determine. O ocultamento corresponde à falta de visibilidade do interior e significa a intimidade. Os fenômenos existenciais relacionados à essa dimensão são a privacidade, no que a visibilidade oculta, e a identidade, no que é tornado visível, naquilo que se mostra e como é mostrado.
  • A terceira dimensão da habitação é a apropriação. Tornar um lugar próprio e dele tomar posse é um mecanismo de ligação do sujeito com o mundo, que se constitui em ordenar as coisas no espaço para estabelecer as atividades quotidianas. A apropriação supõe a criação e o cuidado com os lugares, significando esse cuidado o cultivo e a preservação de suas características, seu passado, seu presente e suas antecipações como futuro. Segundo Fischer  (Fischer, G.N., Psycologie des Espaces de Travail. 1989, Paris: Armand Colin) a apropriação compreende as formas de interação entre indivíduos e ambientes que expressam a afirmação do ser sobre os lugares, através de uma utilização particular do espaço.  A apropriação está relacionada ao fenômeno da ambiência que é a necessidade de se estar confortável em termos da adequação, da posição de móveis e utensílios, da temperatura, da ventilação e da luminosidade, dentre outros fatores.

A moradia, por suas dimensões fenomenológicas, é uma característica fundamental para o homem estar-no-mundo, empregando a conjunção cunhada por Martin Heidegger (Heidegger, M. (1962). Being and Time. London, SCM Press). Os edifícios são os lugares da moradia e a casa é o lugar do morar. Os fenômenos revelados no processo de morar são a territorialidade, a privacidade, a identidade e a ambiência.  A casa é o objeto mediador da moradia, ou seja, ela é o objeto no qual o homem espacializa o fenômeno constitutivo de estar-em-casa. Os elementos que compõem o objeto casa têm de ter qualidades que permitam a mediação do morar, fazendo com que as formas de morar tenham lugar. Quando qualquer destes elementos falta ou está inadequado, surgem conflitos que interferem no fenômeno de morar.

O diagrama da Figura abaixo resume as relações entre as dimensões fenomenológicas da habitabilidade e os fenômenos existenciais implicados.

Habitabilidade

Fenômenos espaciais que ancoram a qualificação dos lugares

A partir dos conceitos de territorialidade, privacidade, identidade e ambiência, é possível passar ao procedimento de “leituras espaciais”.  Estas leituras evidenciam os elementos arquitetônicos que estão em conflito com os moradores e afetam os fenômenos existenciais descritos.

Territorialidade

O conceito de territorialidade foi primeiramente descrito pelo inglês H. E. Howard no seu livro “Territory in Bird Life”, publicado em 1920. A partir de então, o território foi definido por Ardrey (Apud Malard, M. L. (1992). Brazilian Low Cost Housing: Interactions and Conflicts between Residents and Dwellings. PhD, University of Sheffield) como uma área do espaço, aquático, terrestre ou aéreo na qual um animal ou grupos de animais se protegem com a finalidade de se preservar. Dessa maneira, todo animal que defende um espaço particular é chamado de animal territorial, e as ações que ocorrem para a defesa de sua área são denominadas comportamentos territoriais.

Esse fenômeno tem sido estudado por vários pesquisadores que buscam explicar como operam os mecanismos dos comportamentos territoriais tanto em espécies de animais quanto no homem. Entretanto, a aplicação do conceito de comportamento territorial para o homem é controversa, pois a territorialidade humana coloca em dúvida se seu recurso é um mecanismo ou se há outras dimensões a serem consideradas.

Os trabalhos de análise social sobre a territorialidade do homem se iniciaram após a pesquisa de Howard, que descreveu o fenômeno especificamente para animais. Os pioneiros no estudo desse fenômeno parecem ter sido R.E. Park, E.W. Burgess, R.D. Mckenzie  no livro “The City of Chicago”, de 1925.  Naquele trabalho eles analisaram sociologicamente a territorialidade no setor urbano fabril de Chicago, observando que os territórios poderiam ser definidos por ruas ou trechos de rua, onde certos grupos raramente ultrapassavam seus limites em direção à outros territórios.

Irwin Altman  em seu livro “The Environment and Culture” elaborou  uma extensa revisão da literatura sobre o comportamento territorial humano. Dedicou dois capítulos de seu livro a esse tema, e observando várias definições de sociólogos, antropólogos, psicólogos e arquitetos, concluíndo os pontos comuns acerca da territorialidade em suas abordagens:

  • ela é uma referência consistente para os lugares ou áreas geográficas;
  • presume-se que o comportamento territorial sirva às necessidades e motivos humanos;
  • há, no processo de territorialidade, a idéia de apropriação e personalização do lugar a partir de algum dispositivo capaz de gerar marcos;
  • a qualidade territorial é dada por condições que permitam o domínio do território por indivíduos ou grupos.

Para Altman o comportamento territorial é dado por mecanismos e regras de controle que envolvem a personalização ou a marcação do espaço ou objeto, possuindo a capacidade de uma comunicação aos demais grupos de que ele é posse de alguém ou algum grupo, isto é, com a evidência da expressão de que ele é próprio. A personalização e a posse são dispositivos para regular as interações sociais e ajudar a satisfazer vários motivos sociais e físicos do proprietário ou proprietários. Os mecanismos de defesa podem ser uma resposta às ações que ocorrem algumas vezes quando os limites territoriais são violados. Na definição de territorialidade de Altman, dois mecanismos são evidenciados: personalização e defesa. Contudo, Altman reconhece que o fenômeno de personalização é uma constante, enquanto a defesa é variável, dependendo do fato de ocorrer violações do território.

A personalização parece ser altamente necessária à identidade do grupo que se aloja em um território, e está relacionada fortemente com a idéia de posse. Os mecanismos que definem a personalização empregam vários elementos, dependendo do que esteja sendo personalizado nesse território. A posse, em decorrência, pode ser expressa como sensação expressa de propriedade de objetos, espaços e até mesmo de idéias. Esses elementos expressivos agem como marcas ou símbolos  e podem incidir não só em pontos do território, para sua delimitação, mas podem referir-se às atitudes que as pessoas devem ter dentro dele , aos estilos de vida que ali são apropriados. Isso quer dizer que as marcas do território podem comunicar, por exemplo, a posição que o proprietário ocupa numa hierarquia social, ou simplesmente o desejo dela. Os mecanismos de defesa territorial para o homem não equivalem aos dos animais, pois os homens fazem uso de dimensões simbólicas. A manutenção de uma integridade territorial é importante somente quando assegura a propriedade e a identidade individual, sendo estas parte das delimitações sociais. Portanto, as marcas do território desempenham um importante papel de comunicação. As defesas territoriais para o homem referem-se a aspectos subjetivos relativos à proteção contra a invasão física ou visual. A intrusão física ocorre quando o território é tomado como um corte, uma travessia para outro lugar. A intrusão visual não implica na presença física do invasor, mas na exposição visual cujo controle foi quebrado. Portanto, há duas características dos mecanismos de defesa: eles podem funcionar como barreiras físicas, paredes, cercas, ou então podem ser simples obstáculos visuais que asseguram a privacidade no interior do território. Além disso, as marcas territoriais comunicam a personalização do território, dependendo de como se dá sua posse. As marcas territoriais permitem classificar os territórios em três categorias, segundo Altmam:

  • Os territórios primários, que são possuídos e utilizados exclusivamente por indivíduos ou grupos de indivíduos e cujo controle se dá por ações relativamente permanentes. Correspondem ao cerne da vida diária dos indivíduos. Cozinhas, quartos, casas são territórios primários para seus moradores;
  • Os territórios secundários, que são menos exclusivos e funcionam como uma transição entre o domínio privado e o público. Correspondem às imediações de um território primário. Essa característica semi-pública  ser razão para diversos conflitos sociais que neles ocorrem, uma vez que muitas vezes não se tem uma clareza das regras para relacionar o domínio individual e o público.
  • Os territórios públicos, que são abertos à todos, ao menos oficialmente. Em termos urbanos, correspondem ao espaço público.

Cada tipo de território é definido por marcas que auxiliam a definição de bordas e limites de grupos ou de indivíduos, prevenindo contra a violação física ou visual e permitindo o controle das interações sociais para assegurar a privacidade. As paredes, cercas, cortinas, as mobílias, as cores, os quadros de aviso e as tabuletas são os elementos mais comuns destas marcas territoriais. É preciso observar que a manutenção da segurança territorial se relaciona com a visibilidade do seu interior, uma vez que essa visibilidade diz respeito a mecanismos que permitem detectar a presença e a posição de intrusos.

 Privacidade

Picture 049

Por expor essencialmente os fenômenos relacionados com a privacidade, vários teóricos consideram o conceito de Altman como básico: privacidade é o controle seletivo do acesso ao indivíduo ou a um grupo de indivíduos, ou seja, um processo de controle dos eventos interpessoais, ou dito de outra forma, permite ao indivíduo usufruir da interação social com condições de garantir ou negar acesso às relações estabelecidas. Se o ambiente não permite o controle da privacidade, os indivíduos passam a exercê-lo  através de ajustes pessoais, e estes muitas vezes podem se constituir em desgastes físicos e psicológicos. Desse modo, Altman discrimina os mecanismos utilizados para implementar níveis desejáveis de privacidade como:

  • comportamento espacial, relativo à forma da relação com o espaço e o ambiente;
  • comportamento verbal;
  • comportamento segundo as normas culturais e costumes locais.

Willis (apud Malard Op. Cit.) conclui que a necessidade da privacidade parece relacionada à necessidade psicológica de se obter uma posição social. Nesse sentido, o direito de poder ocultar certas atividades, objetos e espaços da visibilidade e interferência dos outros parece ser mais importante em contextos onde coexistem diferenças sociais, classes ou grupos, nos quais padrões materiais e comportamentos diferentes respondem pelo controle das relações.

Um dos primeiros estudos em arquitetura sobre a privacidade procedem de Chermayeff (Chermayeff, S. and C. Alexander (1965). Community and privacy : toward a new architecture of humanism. Garden City, N.Y., Anchor Books : Doubleday and Co). Ele estudou as implicações da necessidade de privacidade de modo sistemático e, talvez por tomar em consideração o contexto das cidades americanas, seu trabalho distinguia enfaticamente dois elementos responsáveis pela falta de privacidade nas cidades modernas: o tráfego de automóveis e o ruído. A sistematização das questões relacionadas à privacidade da casa foram tratadas como questões de modelos de comportamento, sob o ponto de vista do isolamento acústico e da manutenção da intimidade à partir dos domínios individuais definidos. O resultado falhou por retroceder à condições ideais inexistentes e ser orientado à um contexto social muito definido como as casas da classe média americanas.

Segundo Rapoport (Rapoport, A. (1977). Human aspects of urban form : towards a man-environment approach to urban form and design. Oxford ; New York, Pergamon Press)  a privacidade é uma espacialidade orientada, e na maior parte dos contextos culturais a implantação das casas nos terrenos demonstra que a parte frontal é tratada de modo a comunicar uma imagem formalizada para o mundo exterior, enquanto as fachadas posteriores são modeladas para garantir privacidade e informalidade. Definindo privacidade como o controle das relações indesejáveis, Rapoport classifica os vários mecanismos relacionados com elementos espaciais que controlam essa interação. Destes mecanismos, destaca-se a separação espacial através de elementos e dispositivos físicos como paredes, portas, cortinas, biombos, como os mais relacionados ao projeto.

Concluindo, podemos dizer que a privacidade é um conceito que se refere a um fenômeno que se modifica de acordo com o tempo vivido e os ciclos de vida individuais, através das regras sociais que também se alteram ao longo do tempo.

Identidade

Identidade pode ser definida como todas as qualidades, crenças e idéias que fazem alguém se sentir diferenciado como individualidade e ao mesmo tempo membro  participante de um grupo particular. No nível individual, a identidade promove a diferenciação e distinção individual. No nível do grupo, a identidade fornece elementos para que o indivíduo se integre aos padrões coletivos.

A identidade envolve ainda dois domínios: o individual, necessário à preservação do ser, e o público, que permite a comunicação dentro de determinados padrões. A dualidade desse processo de preservar e comunicar identidade envolve elementos ambientais ou não, como por exemplo a identidade de lugares ou de um tipo de linguagem específica de um grupo. Ao implicar elementos espaciais, a identidade desempenha um papel importante, reduzindo ou ampliando o senso de identidade. Duas categorias  gerais de conflitos podem ser observados: A primeira delas corresponde aos conflitos com elementos espaciais que são inerentes à concepção total da forma do espaço arquitetural, ou seja, sua configuração e organização espacial, incluindo-se os aspectos da forma e a disposição de elementos no espaço. O segundo grupo refere-se aos elementos que não fazem parte da configuração geral do espaço, mas conferem distinção à ele, tal como a forma e as características físicas dos elementos, a aparência e o acabamento de seus materiais. O aspecto da identidade compreendido pela organização espacial é descrito por Rapoport  como o significado proporcionado pelo arranjos topológicos de elementos espaciais. Assim, por exemplo, o significado proporcionado pelo arranjo das casas em torno de um espaço central, como uma praça ou um terreno comum, é  diferente daquele onde as casas se organizam frontalmente a um eixo, como em uma rua. Ou seja, a identidade, compreendendo os arranjos espaciais, procede das relações percebidas de proximidade e distância dos elementos, continuidade e descontinuidade, fechamento ou abertura, enfim, relações onde interessam as posições dos elementos relativamente uns aos outros. As representações dos arranjos podem ser de exemplos diversos, desde a “Roma quadrata” do Império Romano, onde a organização das ruas, áreas, fontes e templos representava uma ordem de criação do cosmos, até em culturas primitivas no Brasil, descritas por Levi-Strauss (Apud Malard Op. Cit.). Estudando as tribos indígenas Bororos do Brasil, Levi-Strauss observou a sua perda de identidade cultural a partir da destruição da organização espacial do seu lugar. Modificando a posição de ocas e espaços exteriores, missionários colonizadores portugueses destruíram um dos elementos simbólicos de seu paganismo, uma vez que o arranjo era percebido como um princípio cosmológico. Estando, assim, sem identidade, os índios podiam assumir a identidade de escravos dos portugueses. Nesses dois exemplos, fica claro que o arranjo espacial é capaz de manter uma coesão social representada no espaço e que confere identidade, sendo eficiente para comunicar aos membros do grupo o estabelecimento social a que dá suporte como identidade coletiva.

Outro teórico que se ocupou com a identidade social da moradia foi Clare Cooper (Apud Malard Op. Cit.). Partindo da teoria de Jung sobre o inconsciente coletivo, ela percebe que determinados padrões psicológicos são constantes e podem ser tomados como uma memória desse inconsciente, na forma de arquétipos ou situações espaciais arquetípicas. A casa seria um arquétipo em si mesma. É através do inconsciente coletivo que as pessoas estão em contato com um arcaico e basicamente similar arquétipo denominado “self” e com o símbolo para aquele arquétipo, que mudou muito pouco no tempo e no espaço, a saber: a casa.  Se a especulação de Cooper tem valor, a casa seria a principal conexão entre o homem e sua identidade como ser humano.

A manutenção dos locais e das coisas expressa a necessidade de preservar a identidade. Limpar, arrumar, pintar, reformar ou ampliar constituem atividades que revelam preocupação com a identidade.  Portanto, o fenômeno de preservação da identidade apresenta-se relacionado com o que deve ser mostrado, com a imagem que se quer transmitir para expressar os valores do indivíduo ou do grupo. A importância dessas imagens está no fato de que elas sejam aquilo que as pessoas vêem e recordam, incluindo processos de estimulação, percepção, consciência e memória, permitindo atribuir significados aos espaços e elementos que são comuns na linguagem de determinado grupo.

Ambiência

Basicamente a ambiência é uma qualidade que está relacionada ao conjunto de fatores necessários para tornar um ambiente agradável. A ambiência possui  uma dimensão subjetiva, relacionada à cultura ( materiais, cores, formas e texturas) e outra relativa aos aspectos fisiológicos e psicológicos relacionados ao conforto. A dimensão subjetiva pode ser observada na relação das pessoas com os objetos funcionais. A objetiva se encontra nas condições de conforto ambiental, incluindo aspectos das condições térmicas, lumínicas, acústicas, antropométricas. A ambiência é inerente à interioridade dos ambientes, ou seja, ela é qualidade própria do interior da casa uma vez que esse interior é diferenciado e qualificado. Bollnow (Bollnow, O. F. (1967). Lived Space. Readings in Existential Phenomenology. N. L. D. O’Connor, Englewood Cliffs: Prentice-Hall: pp. 178-186) utiliza o conceito de “stimmung” que quer dizer humor, estado de ânimo ou disposição de espírito. Essa disposição para as coisas no homem não é algo subjetivo “no” homem, nem algo subjetivo, “fora” dele, mas procede de sua relação com seu ambiente observados como totalidade. O conceito é derivado de Heidegger, e Bollnow propõe que se considere a disposição do homem num lugar determinado significando sua disponibilidade para interagir e manter aquele lugar como ambiente humano.

No que se refere aos aspectos objetivos da ambiência, pesquisas de diversas áreas indicam quadros referenciais para os padrões de conforto ambiental, constituídos a partir de pesquisas comportamentais. Como foi observado anteriormente, a questão de se sentir confortável deve tratar das duas dimensões do fenômeno, para não correr o risco de atribuir padrões de conforto fora do contexto cultural.

Até aqui foram descritos os fenômenos existenciais relacionados ao habitar da casa. A habitabilidade pode ser estudada como uma qualidade que se refere às dimensões fenomenológicas do habitar, como a interioridade, a visibilidade, e a apropriação. As qualidades relacionadas a essas dimensões são a territorialidade, a privacidade, a identidade e a ambiência, qualidades que dizem respeito ao modo como os homens interagem com os elementos físicos, dando forma e qualificando o espaço. Da mesma forma o espaço urbano

Verifica-se que a territorialidade se define no recinto urbano, por exemplo, como espaços de transição entre interior e exterior das casas e estabelecimentos comerciais. A frente de cada edificação possui marcas territoriais satisfatórias ou não. Tipos de superfícies de passeios, árvores, postes, equipamentos urbanos ou simplesmente veículos estacionados definem territórios distintos. O território  que corresponde à frente das edificações modifica seu código ao se aproximar da rua. Já no limite da rua, próximo ao meio-fio, pontos de parada de ônibus, telefones públicos, ou simplesmente áreas que servem para a redução de velocidade dos pedestres, na travessia, constituem outro território. A sequência de territórios, composta por edificações de mesmo uso, altura e aparência configura um território maior, cuja visibilidade caracteriza a identidade da rua. Os conflitos territoriais observados referiam-se à áreas difusas, de limites imprecisos, com obstáculos para o seu cruzamento ou muito estreitas, ou ainda áreas de códigos territoriais não respeitados por transeuntes que desconheçam o território e sua história.

A privacidade no espaço urbano pode ser estudada através da sua relação direta com os demais fenômenos. Pilotis de edifícios com visibilidade desde a rua, vilas abertas à rua e pilotis demasiadamente expostos podem ser expressãodo  conflito da privacidade.  O aumento do fluxo de veículos e consequente ruído pode provocar o fechamento de varandas e janelas por emparedamento. Também por razões de segurança, jardins e alpendres podem passar a ter pouco uso, sendo modificados ou fechados. Usos comerciais emissores de ruído e fumaça próximos à edifícios de apartamento, bem como estabelecimentos comerciais ou residências com interiores acústicamente reflexivos, aumentando o ruído da rua, podem gerar conflitos de privacidade.

A identidade do recinto urbano pode ter conflitos relacionados a elementos espaciais que estejam fora de proporção ou escala (janelas, portas, varandas, paredes, elementos decorativos, alturadas edificações) Esses elementos podem interromper a sequência visível no recinto da rua, tornando-a mera sucessão, sem significados que se articulam e se relacionam.

A ambiência rrefere-se a  manutenção das fachadas, jardins, muros e passeios. Em alguns casos, a falta de cuidado pode estar relacionada ao poder aquisitivo da população ou  à renovação urbana ou ao temor, por parte da população, do tombamento histórico. Muitas fachadas podem ser  propositalmente descaracterizadas devido ao “medo do tombamento”.

O contexto cultural é determinante das possibilidades de se tornar o espaço da rua um espaço habitável. Considerando que as formas sociais definem a rua como um espaço público normalmente em oposição ao interior privado das casas, parece que a habitabilidade dos espaços urbanos está relacionada com contextos culturais específicos localizados no território da cidade e cuja origem histórica é determinante. Se é possível falar de culturas urbanas diferenciadas dentro da cidade, torna-se compreensível porquê determinadas ruas são mais habitáveis do que outras, excluindo-se dessa análise as vias de importância apenas para a circulação rápida de veículos. Isso explicaria como a habitabilidade da rua está conexa à totalidade do território dentro do qual áreas públicas e ruas podem ser compreendidas como partes complementares e harmônicas das casas, dependendo das transformações advindas das interações entre a população e a área dos bairros.

Os atributos da habitabilidade do espaço urbano parecem proporcionar uma continuidade ambiental do interior das casas até o exterior. Essa continuidade deve ser buscada pelo fato de ser essencial para a existência social historicamente estabelecida no território, com a resolução de conflitos entre formas sociais e espaço. Proporcionar habitabilidade aos espaços públicos significaria, então, proporcionar uma continuidade ambiental significativa e característica que seja capaz de unificar todo ambiente construído.

Predições sobre os avanços Tecnológicos para as próximas décadas

Top Gartner Predictions* for IT Organizations and Users for 2014

View the just-released Gartner 2014 Brochure

“The savvy CIO will get his or her CEO to recognize the change being brought about by disruptive shifts is coming at an accelerated pace and at a global level of impact.”

Daryl Plummer

Managing VP and Distinguished Analyst

Gartner

By 2020, light-emitting diodes will reduce worldwide electrical consumption by 1,400 terawatt-hours annually.

By 2017, over half of consumer goods manufacturers will employ crowdsourcing to achieve fully 75\% of their consumer innovation and R&D capabilities.

By 2020, the labor reduction effect of digitalization will cause social unrest and a quest for new economic models in several mature economies.

By 2017, 80\% of consumers will collect, track and barter their personal data for cost savings, convenience and customization.

By 2020, at least one consumer product manufacturer will be held liable by a national government for security vulnerabilities in its product.

By 2017, at least seven of the world’s top 10 multichannel retailers will have deployed 3D printing technologies.

By 2024, at least 10\% of activities potentially injurious to human life will require mandatory use of a nonoverideable “smart system.â€?

By 2020, one in three knowledge workers will be replaced by enterprise-owned smart machines that they trained.

By 2020, consumer data collected from wearable devices will drive 5\% of sales from the Global 1000.

By 2017, 10\% of computers will be learning, rather than processing.

*Gartner Top Predictions 2014: Plan for a Disruptive, but Constructive Future, Research Report, October 7, 2013

viaFwd: Top Gartner Predictions* for IT Organizations and Users for 2014 – rcesarfs@gmail.com – Gmail.

Imagining A Future City Filled With Driverless Cars And Without Any Parking Spaces | Co.Exist | ideas + impact

As self-driving cars move from fantasy to reality, what kind of effect will they have on cities? A fantastical research and urban prototyping project called Shuffle City investigates, and in the process, becomes a manifesto for a new kind of modern city–one that depends less on traditional public transportation like buses or light rail and more on creating a fleet of continuously moving automated vehicles to serve urban mobility needs.

Focusing on Houston–the country’s car-oriented fourth largest city–the project “identifies opportunities outside of the ownership model to liberate an otherwise suppressed urban landscape, by programming a dynamic system of flow that is made more immediately possible through a public autonomous (driverless) vehicle fleet,” according to its website. The project wonders: “Is there a new model for American cities, in which mobility can reverse the effect of city centers consumed by the private motor car and its needs?”

Imagining A Future City Filled With Driverless Cars And Without Any Parking Spaces | Co.Exist | ideas + impact.

Continuing professional development – Wikipedia, the free encyclopedia

CPD obligations are common to most professions. Many professions define CPD as a structured approach to learning to help ensure competence to practice, taking in knowledge, skills and practical experience. CPD can involve any relevant learning activity, whether formal and structured or informal and self-directed. It is also a feature of an HPW.

Continuing professional development – Wikipedia, the free encyclopedia.

StatPlanet – Interactive Maps of World Development

StatPlanet (formerly StatPlanet Map Maker) is a free, award-winning application for creating interactive maps which are fully customizable. In addition to maps, the software also has the option of including interactive graphs and charts to create feature-rich infographics. For more advanced features, including additional maps, support for large data sets (StatPlanet has a limit of 5 indicators), importing maps, export options and more, see StatPlanet Plus. To create a simple interactive map with a more basic set of features, please see StatPlanet Lite. Data can also be copied and pasted directly into StatPlanet using this experimental map creator tool.

StatPlanet – Interactive Maps of World Development.