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Ushahidi: o uso do Big Data como ferramenta para mudança social

A Ushahidi é uma ONG que nasceu no Quênia. Por meio do armazenamento de informações, busca causar impacto social positivo. Utiliza, por exemplo, seu banco de dados para disseminar informação – em tempo real – sobre desastres naturais (como terremotos) e também monitorar eleições.

Os dados coletados pela ONG são disponibilizados em uma rede social, que alcançou 45 mil usuários no Quênia e se expandiu para outras áreas do globo. Hoje têm voluntários na Europa, América do Sul e nos EUA e o mapeamento que realiza atualmente pode ser visto como uma iniciativa que gera benefícios em escala global. Foi utilizada para facilitar o atendimento aos feridos no furacão que atingiu o Haiti em 2010, ajudou no mapeamento das áreas com energia elétrica após o furacão Sandy (EUA) e também serviu para a coleta de informações durante os conflitos na Líbia.

Para saber mais sobre as atividades desenvolvidas pela Ushahidi, clique aqui e, se quiser ler sobre o Big Data utilizado para fins sociais, recomendamos: Big Data, Big Impact – New Possibilities for International Development (versão disponível apenas em inglês).

viaUshahidi |.

MSc in Digital Design and Interactive Built Environments

Dear Renato,

Wish you Merry Christmas and Happy New 2014!
The Sheffield School of Architecture has launched a new MSc in Digital Design and Interactive Built Environments (see the attached e-flyer).
Please circulate this new course information among your students and colleagues who may be interested in this. It will be great to have talented students joining us on this course from Brazil.
Best wishes,
Chengzhi
Dr Chengzhi Peng
School of Architecture, University of Sheffield

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WP com Ushahidi

Esse é um teste do plugin Ushahidi para o WP.

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E também esse outro mapa:
[ushahidi] http://www.mom.arq.ufmg.br/mapa/ [/ushahidi]

[ushahidi]http://www.zombiereports.com/reports/view/441[/ushahidi]

Conceito

[glossy term=”CA”]

Sobre o que é a Computação Ambiental? É sobre qualquer processo que use Capacidades Computacionais – CCs – para apoiar a gestão do espaço. CCs podem ser definidas como as inteligências disponíveis no uso da Tecnologia de Informação -TI- para analisar os problemas espaciais, observando, com uma certa nitidez, como esses problemas, recursivamente, relacionam-se com os aspectos sócio-econômico-culturais. As CCs são mais rápidas, econômicas e precisas do que os métodos tradicionais usados outrora para apoiar o projeto de arquitetura e de urbanismo. As CCs são mais facilmente entendidas quando falamos das capacidades geradas por software que modelam e fazem a previsão do estado futuro de uma dada realidade, a partir dos dados sobre essa realidade. Portanto, CCs dizem respeito a quanto de sofware é acessível para apoiar o Design. Nesse artigo, tratamos do fato de que as CCs são expressas por uma rotina (algoritmo) que pode ser detalhado com o apoio de especialistas em projetos de arquitetura e de urbanismo. Evidentemente, outros algoritmos existem, mas estão relacionados a outras especialidades.

TIQx: Computação Verde: Uma Política Ambiental ou Empresarial ?

via TIQx: Computação Verde: Uma Política Ambiental ou Empresarial ? (Anderson Uchôa).

A computação verde é um tema que vem ganhando cada vez mais destaque entre ações governamentais e de grandes empresas em todo o mundo. A computação verde não se trata apenas de mais uma iniciativa ecologicamente correta. O termo além de ser relacionado ao uso eficiente de recursos computacionais, está também ligado aos três pilares das grandes empresas: o econômico, social e ambiental.

A computação verde refere-se às ações de responsabilidade ambiental como: a redução de consumo energético, desenvolvimento de sistemas e componentes de baixo custo, reciclagem, redução de resíduos, entre outros. Quem faz uma busca no Google e pensa que isso não polui o meio ambiente, está errado. Segundo estudo feito pelo o físico Alex Wissner-Gross, da Universidade de Harvard, nos EUA: “Duas buscas no Google geram tantos gases quanto ferver água numa chaleira elétrica. Parece pouco, mas multiplique isso por 200 milhões de buscas diárias feitas em todo o planeta. O desastre é enorme e está feito”.

Preocupado com essas questões e após o estudo realizado, o Google lançou a versão “verde” do seu site de buscas. Chamado Blackle, ele possui fundo preto e isso economiza o equivalente a 14 watts por acesso. Embora não seja suficiente para anular a emissão de poluentes, mas o próprio Google dá o caminho: “Se cada um fizer a sua parte, podemos salvar o planeta.”

Levando em conta os pilares citados anteriormente, empresas importantes da área da tecnologia da informação e comunicação (TIC) se uniram e criaram o selo The Green Grid – criado pelas multinacionais: AMD, HP, IBM, Intel, Microsoft e Sun, uma vez que elas acreditam que os trabalhos com Responsabilidade e Sustentabilidade são uma vantagem competitiva em um cenário econômico em que a responsabilidade ambiental está cada vez mais visada pelos consumidores.

Após a criação do selo diversas empresas estão aderindo à computação verde. A IBM anunciou sua iniciativa “Big Greenâ€? em que planeja dedicar US$ 1 bilhão por ano para o desenvolvimento de sistemas e componentes “verdesâ€?, além de fazer o uso da virtualização que economiza até 80\% em consumo de energia. Nokia e Motorola já coletam seus lixos eletrônicos e encaminham para centros de reciclagem na Europa e Estados Unidos. Alguns exemplos nacionais, em 1984 – Surge o Programa Brasileiro de Etiquetagem, em parceria com o Ministério das Minas e Energia que categoriza o nível de consumo de energia em A, B, C, D, E. A sede da HP em Sorocaba vai criar o primeiro centro de reciclagem da empresa na América Latina. A criação da certificação ISO 14001, aplicável às empresas de tecnologia, que detalha requisitos para empresas identificarem, controlarem e monitorarem seus aspectos ambientais por meio de um sistema de Gestão Ambiental.

É importante ressaltar que a preocupação das empresas em garantir um crescimento ecologicamente correto é visível, independente do ramo da indústria. Para a área de TI, não poderia ser diferente. Uma pesquisa do site americano CIO Insight com 147 executivos, apontou as principais razões que motivam os profissionais e suas empresas a adotarem iniciativas verdes. Para 74\% desses profissionais, a principal razão é a consciência ambiental. Em segundo, a necessidade de cortar custos é citada por 73\% dos profissionais. Em seguida, apareceram os benefícios para a imagem da empresa 64\%, as determinações legais 25\% e a pressão dos acionistas e da opinião pública 14\%.

A prática da Computação Verde deve ter um maior destaque no cenário atual. Não somente nas grandes empresas e ações governamentais, mas também deve ter adeptos na comunidade em geral. Ações simples como: desligar dispositivos que não estão em uso, alterar ou ativar a opção de energia em seu sistema operacional e Smartphone, entre outras ações,fazem diferença se feitas em grande escala. Ter uma iniciativa verde vai além de atender as exigências do cenário econômico. Mais do que isso, é uma postura de compromisso de preservação com o meio ambiente garantindo assim um crescimento sustentável que será repetido em futuras gerações.